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Kátia responde campanha por vacinação e aponta falta de ajuda do Estado a prefeitos

A senadora, em resposta à reinvindicação do movimento #TocaVacinaPraCá, afirmou também que a vacinação contra a Covid-19 é a maior prioridade hoje do Senado e que está em busca incansável por vacinas.

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Fonte: T1 Notícias

Em resposta à demanda do movimento #TocaVacinaPraCá, lançado pelo Coletivo Somos, a senadora Kátia Abreu (PP) disse que a vacinação contra a Covid-19 é a maior prioridade hoje no Senado Federal e que ela e os demais senadores estão em uma busca incansável por vacinas. Kátia Abreu, que reagiu a essa reinvindicação por meio de vídeo no Instagram, não deixou de criticar o Governo do Estado na campanha de imunização da população tocantinense.

Para ela, o Tocantins está entre os piores Estados no avanço da vacinação porque falta articulação e agilidade na distribuição de vacinas por parte do Governo estadual. “A quantidade de vacinas é proporcional, mas está faltando agilidade na distribuição. A Secretaria Estadual de Saúde, junto com o governador (Mauro Carlesse) e os prefeitos e os secretários municipais de Saúde poderiam fazer uma grande articulação, inclusive com apoio do Exército, que está autorizado a ajudar”, enfatizou Kátia.

A senadora menciona não somente sobre a quantidade de pessoas vacinadas com a primeira dose, hoje 21,29% dos tocantinenses, mas também a demora na imunização completa, que está em torno de 8,73%, conforme o Vacinômetro do Governo do Estado. “Quantas pessoas com mais de 60, 70, 80 anos não tomaram a segunda dose? A maioria por falta de informação ou por falta de acesso. É para isso que o governo serve. As estruturas de governo precisam chegar em quem precisa, naqueles que têm menos informações e menos acessibilidade”, questiona.

Apesar dos apontamentos voltados para o Governo do Estado, Kátia fala em união e a necessidade de cobrar mais vacinas. “Ministério Público Estadual, Ministério Público Federal, os nossos vereadores, deputados, toda bancada, prefeitos e sociedade atrás de vacina, tirando o pé do chão para nós combatemos esse virus”, se expressou.

Produção no Brasil

A senadora afirma que já falou com autoridades mundiais, fabricantes, embaixadores, OMS (Organização Mundial de Saúde), ONU (Organização das Nações Unidas) e até mesmo com a vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, no sentido da produção e na compra de vacinas.

“Estou lutando também para que possamos produzir em nosso país novas doses, por meio da parceria com o laboratório chinês Sinopharm nas fábricas de vacina contra a Febre Aftosa. Essas fábricas já não produzem mais vacina animal, porque a aftosa já acabou no Brasil. Mas, são fábricas muito novas, de grande excelência, e que com pouca coisa, podem ser transformadas em fabricantes de vacina (Covid-19)”, exemplificou a senadora sobre a possibilidade de diminuir a dependência de imunizantes importados.

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